segunda-feira, 17 de maio de 2010
tropeçando em cadarços
Seus olhos estavam mais azuis do que de costume. Eles reluziam contra o meu, transparecendo total felicidade. Eu não tinha dúvidas. Matthew era o homem da minha vida, ou melhor, o amor da minha vida. Ninguém, além de nós dois sabia como era sentir aquilo. Quando eu fui para Paris, eu pensei que estava vivendo um conto de fadas, e quando encontrei Matt, eu tive a certeza que sim. Mas contos de fadas, ás vezes tem finais feliz, e um verdadeiro amor, não. Porque o verdadeiro amor, nunca acaba.
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